Fala, pessoal. A galera do Barclays resolveu botar no papel quem realmente vai lucrar com essa corrida insana por infraestrutura de IA. Enquanto todo mundo fica de olho nos números trimestrais, eles foram além e jogaram um dado que assusta: os gastos anuais só dos hyperscalers e labs ocidentais podem passar de US$ 1 trilhão antes de dar uma desacelerada lá em 2028.
E não para por aí. O banco ainda jogou na conta as iniciativas de “IA soberana” e a China. Ou seja, estamos falando de um mercado que vai muito além das big techs.
O relatório mapeou mais de 400 empresas, entre públicas e privadas, em 19 categorias de infraestrutura digital e elétrica. Mas, claro, três nomes roubaram a cena:
Nvidia
A dona do pedaço segue imbatível. O CEO já deu aquela declaração que faz qualquer investidor suar frio: a empresa tem visibilidade de mais de US$ 1 trilhão em pedidos para as plataformas Blackwell e Rubin entre 2025 e 2027. Sim, você leu certo: um trilhão em orders. Enquanto isso, AMD e outras tentam alcançar, mas o combo hardware + software da Nvidia ainda reina.
Microsoft
Não ia ficar de fora, né? A MSFT não só abocanhou os chips da Nvidia como também já tá rodando seus próprios aceleradores Maia e CPUs Cobalt pra otimizar o Azure. Pra fechar, eles colocaram os modelos Nemotron da Nvidia no Foundry e tão implantando o supercomputador Vera Rubin NVL72 nos data centers. Ou seja, tão construindo uma fortaleza dentro de casa.
Alphabet (Google)
O pessoal de Mountain View também não depende só de terceiros. Os TPUs (Tensor Processing Units) próprios já são usados tanto no treinamento interno quanto no Google Cloud. E pra deixar claro que a briga é grande, lançaram um monte de novidade pro Gemini: ferramenta de importar chat, modelo de áudio ao vivo Gemini 3.1 Flash… tão botando pressão no Copilot e no ChatGPT.