Pessoal, senta que lá vem bomba — o Bitcoin deu aquele gatilho subindo 1,4% e bateu nos US$ 120,4 mil, impulsionado por dados fresquinhos de inflação lá dos EUA que acenderam o sinal verde pra uma possível redução nas taxas de juros em setembro.
Mas quem tá roubando a cena mesmo é o Ether (ETH) — subiu 6,6% e tá pertinho do topo histórico, girando entre US$ 4.600 e 4.700, quase alcançando os US$ 4.868,8 de novembro de 2021.
Por que esse rally todo? Empresas estão acumulando ETH como se não houvesse amanhã. A BitMine Immersion Technologies, por exemplo, é agora a maior detentora corporativa de ETH — tem cerca de 1,15 milhões de tokens, avaliados em cerca de US$ 5 bilhões, e quer levantar US$ 20 a 24,5 bilhões via venda de ações pra comprar ainda mais ETH.
E tem mais: o Standard Chartered revisou sua projeção pra cima e agora espera que o Ether chegue a US$ 7.500 até o fim de 2025 — antes era só US$ 4.000 — e até US$ 25.000 até o fim de 2028, graças ao apoio corporativo e às perspectivas de maior uso em finanças descentralizadas, ETFs e stablecoins.