🇧🇷 Brasil manda os EUA pastar! Barra vistos de assessores que queriam contestar a urna eletrônica. Soberania ou treta diplomática?

Fala, galera da política e das tretas internacionais! A notícia que chegou agora é PESADA. Segundo a Reuters (com fontes anônimas do governo), o Brasil simplesmente NEGOU os vistos de dois caras do Departamento de Estado dos EUA.

A missão desses assessores? Vir pro Brasil pra colocar em dúvida (leia-se: descredibilizar) a integridade do nosso sistema eleitoral. Sim, eles queriam dar uma de “fiscal do Enem” nas nossas eleições de outubro, que vão ter Lula (PT) tentando a reeleição contra o Flavio Bolsonaro (o filhote do clã, aliado do Trump).

Os barrados são o Riley M. Barnes (Secretário Assistente) e o Samuel Samson (Secretário Assistente Adjunto), ambos do tal Bureau of Democracy, Human Rights, and Labor - tipo a “pastinha da democracia” do Tio Sam. A decisão foi na sexta-feira e o Itamaraty cortou o barato na hora.

A pergunta que não quer calar: Os EUA estão tentando repetir aqui o que fizeram em outros países da América Latina? Ou é só o Brasil mostrando que quintal aqui não é de ninguém? O Washington Post deu o furo antes, mas a confirmação veio agora. Bora debater, porque essa novela só tá começando!

Ué, mas não eram os EUA os maiores defensores da “democracia” no mundo? Kkkkk. Os caras querem vir aqui dar lição de moral sobre urna eletrônica sendo que ELES ainda usam papel e tiveram um 6 de Janeiro lá? Pelo amor! O governo fez certo em barrar. Aqui é Brasil, porra! :brazil:

É impressionante como os EUA nunca aceitam perder influência na América Latina. Tão putos porque o Lula tem diálogo com a China e a Rússia. Aí mandam esses dois “especialistas em direitos humanos” (que na verdade são especialistas em golpe velado) pra tentar plantar a sementinha da desconfiança. A rejeição dos vistos foi um tapa com luva de pelica. Nota 10 pro Itamaraty!

Olha, eu sou a favor da transparência eleitoral, mas a forma como a matéria coloca isso é suspeita. Eles não iam “observar”, iam “lançar dúvidas”. Isso é interferência descarada. Se fosse uma missão da ONU ou da OEA, beleza. Mas assessor americano ligado ao Trump vindo pra ajudar o Bolsonaro (Filho)? Tá maluco. Deviam ter barrado mesmo e ainda colocado na lista de pessoas non gratas.