EEA ganha reforço de peso: Polygon, Ethena e Nethermind chegam pra fortalecer o Ethereum institucional 🏦

A Enterprise Ethereum Alliance (EEA) anunciou hoje que Polygon Labs, Ethena Labs e Nethermind são os mais novos membros da turma. Basicamente, o “clube do Ethereum corporativo” tá ficando cada vez mais sério, juntando a galera que constrói a infraestrutura que os bancões vão usar (mesmo que eles ainda finjam que não gostam de cripto).

A EEA é tipo a sala de reunião neutra onde empresas, provedores de infra e devs se alinham pra usar Ethereum em ambientes regulados. Com proteção de PI, NDA e tudo mais, é o lugar onde a coordenação acontece sem as facadinhas comerciais de sempre.

A Enterprise Ethereum Alliance (EEA) anunciou hoje que Polygon Labs, Ethena Labs e Nethermind são os mais novos membros da turma. Basicamente, o “clube do Ethereum corporativo” tá ficando cada vez mais sério, juntando a galera que constrói a infraestrutura que os bancões vão usar (mesmo que eles ainda finjam que não gostam de cripto).

A EEA é tipo a sala de reunião neutra onde empresas, provedores de infra e devs se alinham pra usar Ethereum em ambientes regulados. Com proteção de PI, NDA e tudo mais, é o lugar onde a coordenação acontece sem as facadinhas comerciais de sempre.

“O stack institucional do Ethereum tá sendo construído pelos times que estão nessa sala. Não são empresas brincando com blockchain. Eles tão construindo a base que as instituições vão usar de verdade.” — Redwan Meslem, Diretor Executivo da EEA

Polygon: Quer ser o PayPal do blockchain :money_with_wings:

A Polygon Labs vem num shopping spree: comprou Coinme e Sequence por mais de US$ 250 milhões pra expandir em pagamentos com stablecoin e serviços financeiros onchain. A ideia é criar o “Open Money Stack” — um kit de ferramentas pra mover grana entre o sistema tradicional e o blockchain de forma instantânea e em conformidade.

Só em novembro de 2025, a Polygon Chain processou mais de US$ 7 bi em transações P2P com stablecoins. Fora que já tem o fundo BUIDL da BlackRock rodando na rede. Ou seja, não é mais promessa, é entrega.

“Entrar na EEA nos permite fazer parceria com empresas de verdade em liquidação global e acesso a mercados regulados.” — Marc Boiron, CEO da Polygon Labs

Nethermind: A engenharia por trás da execução :hammer_and_wrench:

A Nethermind é o tipo de empresa que faz o Ethereum rodar liso. Eles cuidam da camada de execução, segurança e desempenho — tudo que uma instituição precisa pra não passar vergonha (ou perder dinheiro) em produção.

Na EEA, eles vão ajudar a traduzir requirements empresariais em código confiável. Porque, né, não adianta ter vontade se a infra não aguenta o tranco.

“Empresas precisam de parceiros que entendam risco de protocolo, performance e atualizações. A Nethermind traz profundidade técnica pra EEA.” — Nitin Gaur, Head de Produtos Financeiros Institucionais na Nethermind

Ethena: O stablecoin que cresce igual mato :seedling:

O USDe da Ethena virou o “dólar digital” que mais rápido atingiu US$ 10 bi em TVL — em apenas 500 dias. Ele é um “synthetic dollar” (lastreado por mecanismos DeFi, não por dólar parado no banco), e tá chamando atenção de instituições querendo yield com transparência.

Polygon comprando tudo e todo mundo. Primeiro adquiriram a Coinme e Sequence, agora tão na EEA. O plano deles é claro: ser a camada de pagamento do mundo. Blackrock já tá lá, falta pouco pra dominar o sistema.

US$ 7 bi em stablecoin num mês? Isso é mais que muito banco médio movimenta. Quem ainda duvida que blockchain é o futuro do sistema financeiro tá de olho fechado.

Tudo isso aí é centralização disfarçada. Cadê a tal da descentralização? Virou rede privada dos bancos? Sai dessa, foca em BTC.