🇺🇸 EUA planejam pagamento inicial da dívida bilionária com a ONU, diz embaixador

Pessoal, saiu uma notícia relevante sobre geopolítica e finanças internacionais. Depois de um alerta dramático do Secretário-Geral da ONU sobre risco de “colapso financeiro iminente”, os Estados Unidos finalmente sinalizaram que vão começar a quitar sua dívida monumental com a organização.

:magnifying_glass_tilted_right: Os Detalhes:

O embaixador dos EUA na ONU, Mike Waltz, disse à Reuters que um pagamento inicial “significativo” será feito em “questão de semanas”.

A dívida dos EUA é a grande vilã: representa mais de 95% do que falta para o orçamento regular da ONU.

Valores absurdos: No começo de fevereiro, os EUA deviam:

$2.19 bilhões para o orçamento regular.

$2.4 bilhões para operações de paz (atuais e passadas).

$43.6 milhões para tribunais da ONU.

Em dezembro, a Assembleia Geral aprovou um orçamento de $3.45 bilhões para 2026 para custear a máquina da ONU no mundo todo.

A justificativa do embaixador americano vem com um porém: ele reiterou a necessidade de a ONU continuar com reformas (um ponto de atrito constante).

E aí, o que acham? É um alívio para a governança global ou só um gesto mínimo para calar os críticos, enquanto seguem usando a dívida como alavanca política?

Era mais do que esperado. O alerta do Guterres foi um grito de desespero público para pressionar o maior devedor. Os EUA sabem que perder influência na ONU é prejudicial para seus interesses. O pagamento “inicial” é só para tirar a pressão, mas a condição das “reformas” mostra que vão continuar usando a carteira como arma de negociação.

“Pagamento inicial”, “em semanas”, “valor a definir”… É o clássico linguajar político para empurrar o problema com a barriga. A ONU precisa é de uma reforma estrutural de verdade, não de migalhas para não falir. Enquanto isso, o contribuinte americano banca a conta de uma burocracia gigante e muitas vezes ineficiente.

Vamos fazer as contas: a dívida total mencionada (orçamento + paz) passa de $4.6 bilhões. Um “pagamento significativo” que seja, digamos, $500 milhões, é só cerca de 10%. É um alívio contábil de curto prazo, mas não resolve o problema crônico. A ONU vive nessa montanha-russa há décadas.