Fala, meus futuros pilotos de eVTOL e caçadores de loss aéreo. A Eve, aquela empresa de carro voador controlada pela Embraer, veio a público na sexta-feira fazer um juramento solene: vão gastar dinheiro com cautela mirando a certificação do seu veículo elétrico de pouso e decolagem vertical (eVTOL) para 2028.
Segundo o CEO Johann Bordais, a Eve acredita que tem caixa suficiente pra aguentar até 2028. No primeiro trimestre, a posição de caixa era de **US441milhões∗∗. Ou seja, tão segurando a mão no botão de gastar.
MAS… e aquele histórico de atrasos? A Eve já tinha prometido para 2026, depois empurrou pra 2027, e agora o novo alvo é 2028. Sim, o clássico “vamos empurrando com a barriga”. Porém, o chefe da ANAC (agência reguladora da aviação brasileira) disse que o cronograma é realista, pois os testes têm sido bem-sucedidos. Tá, confia.
O mercado parece não estar muito animado: a ação da Eve Holding (EVEX) tá no zero a zero, fechou em US$ 2,71, subiu 0,76% no after hours. Longe dos tempos de SPAC e promessas mirabolantes.
Resumo do vôo: dinheiro tem, vontade tem, mas carro voador só em 2028 (se não atrasar de novo). Enquanto isso, comprar ação da Eve hoje é tipo apostar se o taxi voador vai sair do papel ou se vamos todos estar usando teleporte.