Fala, galera! Faltam menos de 2 semanas pro início da temporada de resultados corporativos na Europa, e o Goldman Sachs resolveu soltar aquele relatório cheio de alertas. O recado é claro: o sarrafo lá em cima, então quem errar a mão vai tomar porrada no preço. Bora entender o que os analistas vão ficar de olho:
Os 3 mandamentos do GS para essa temporada:
O choque energético na cadeia produtiva – Até onde a conta da energia vai chegar nas empresas menores? Quem vai segurar a bronca dos custos?
A concorrência desleal da China – As montadoras europeias tão tremendo na base, e qualquer empresa com exposição ao mercado chinês vai ser escrutinada até o osso.
Papinho de IA e cortes de custos – Todo CEO vai meter o famoso “estamos usando IA pra otimizar”. O GS vai fiscalizar se é real ou só enfeite pra agradar acionista.
O calendário: Mais de 90% do índice STOXX 600 (as 600 maiores da Europa) solta os dados até o fim de agosto, mas a última semana de julho vai ser o verdadeiro inferno na terra – segura o coração.
Os números que importam:
Consenso do mercado espera crescimento de 11% nos lucros do 1º semestre de 2026.
Só que tem um detalhe: isso é puxado pelas commodities. Se tirar petróleo e minério da conta, esse crescimento despenca pra míseros 6%.
O Goldman aposta em 10% de crescimento pro ano inteiro, com as produtoras de commodities voando alto – previsão de alta de +50% nos lucros desse setor.
Os lucros do setor de energia já foram revisados pra cima em 28% desde o começo do 2º trimestre (margens de dar inveja).
Fora do mundinho das commodities, as expectativas de lucro e margem ficaram estáveis. O GS jogou a real: o mercado tá contando que o impacto do conflito no Irã vai ser “relativamente curto”. O problema? Justamente por isso, a régua pra essa temporada tá lá no alto. Se os números vierem fracos, a correção vem com força.
Alguém mais já tá com o cu na mão ou vou comprar tudo em energia e esquecer o resto? ![]()
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