Irã ameaça atacar infraestrutura de energia e água no Golfo após ultimato de Trump; EUA pedem mais US$ 200 bi pra guerra

Parece que o tabuleiro no Oriente Médio esquentou de novo. Depois do ultimato do Trump, o Irã já avisou que pode retaliar contra alvos de energia e água no Golfo. Enquanto isso, o governo americano vem a público dizer que “tem dinheiro de sobra” pra bancar o conflito… mas já pediu um reforço de US$ 200 bilhões pro Congresso. A conta, segundo o secretário do Tesouro, não vai sair de aumento de impostos, porque isso seria “ridículo”.

O pedido suplementar (que ainda não foi oficialmente enviado) já enfrenta resistência bipartidária no Capitólio. Democratas e até alguns republicanos estão torcendo o nariz, principalmente depois das verbas bilionárias que o Pentágono já engoliu no último ano.

O chefe da pasta, Scott Bessent, foi na “Meet the Press” tentar vender a ideia: disfarçou o valor, disse que é pra garantir que as Forças Armadas fiquem bem supridas “daqui pra frente”, e mandou um “temos dinheiro de sobra, isso é só um complemento”.

Enquanto isso, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, chamou de “ridícula” qualquer ideia de subir imposto pra pagar a brincadeira. Porque, né, guerra tem que ser financiada com dinheiro mágico.

A pergunta que fica: com esse tanto de oposição, será que os US$ 200 bi passam? E o Irã realmente parte pra sabotagem de infraestrutura crítica na região? O barril de petróleo já começa a piscar o olho.

se tem de sobra, pra que pedir suplementar?? Kkkkk A matemática do Bessent é nova. É igual falar “tô tranquilo com a grana, só preciso que me depositem mais 200 bilhões”. Congresso devia exigir um breakdown do que já foi gasto antes de aprovar mais um centavo.

O mais bizarro é o Hegseth chamar de “ridículo” cogitar aumento de imposto. Tipo, o cara acha que financiar guerra com imposto é absurdo, mas financiar com mais dívida pública enquanto corta serviço doméstico é tranquilo. O militarismo americano virou religião, não tem jeito.

Esse é o clássico: ameaça de retaliação iraniana, pedido bilionário pro Pentágono, e no fim das contas quem paga é o contribuinte enquanto os contratos de defesa vão pra Lockheed e Raytheon. E ainda vão dizer que é “pela liberdade do Golfo”.