O Morgan Stanley resolveu fazer um dever de casa e lançou essa semana um AI Disruption Tracker pra medir o impacto da IA no mercado de trabalho. O veredito?
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A disrupção ainda é pequena no geral.
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O desemprego em profissões com alta exposição à IA está um pouquinho acima do normal, mas o efeito total na taxa geral é de no máximo 0,1 ponto percentual.
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Quem tá sentindo mais? Trabalhadores jovens. A demanda por eles caiu em ocupações mais expostas à IA.
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Quando olhamos pra dados macro (setores inteiros, folhas de pagamento), não encontraram evidência nenhuma de substituição por IA.
Ou seja: a robô ainda não roubou o emprego do tio que trabalha no banco há 20 anos. Mas o estagiário e o analista Júnior tão começando a suar frio.
O tracker promete acompanhar isso ao longo do tempo. Por enquanto, o pânico com IA parece mais hype do que fato.