Fala, pessoal dos metais preciosos e dos gráficos cheios de linha!
Hoje o ouro resolveu dar um salto, com o spot subindo 1,9% pra $4.322/oz** e os **futuros avançando 2% pra $4.383/oz. E não é por acaso – o mercado tá de olho em dois grandes motores: o relatório de payrolls dos EUA (que sai hoje) e a tensão no Estreito de Ormuz, que tá deixando geral preocupado com o preço do petróleo e, claro, com a inflação.
O analista Tony Sycamore, da IG, já até cantou a pedra: disse que o ouro pode ter confirmado um fundo perto dos $3.942** (lá do fim de junho) e que, se segurar esse suporte, o próximo alvo é a **média móvel de 200 dias nos $4.489. E se passar disso? $5.000 vira uma possibilidade real. Mas calma, emocionado – ele mesmo alertou que o payrolls de hoje vai decidir se essa alta é pra valer ou se é só mais um falso movimento.
E por que o payrolls é tão importante? Porque se o mercado de trabalho americano continuar forte, o Fed vai ter margem pra subir juros – e isso, em tese, é ruim pro ouro (que não rende juros). Mas, por outro lado, se a inflação continuar alta por causa do petróleo, o ouro vira o porto seguro clássico. E aí já viu: todo mundo corre pro metal amarelo.
O presidente do Fed de St. Louis, Alberto Musalem, já deu o papo: o banco central não pode tolerar inflação persistentemente alta enquanto espera que a produtividade magicamente resolva tudo. Ou seja, tão levando a sério o combate à inflação.
O cenário é confuso: geopolítica + dados econômicos + juros = volatilidade no ouro. Como vocês tão posicionados? Comprando a queda ou esperando os $5.000?